domingo, 10 de junho de 2012

PRAZERES...


PRAZERES...

Um dia me perguntaram se eu sabia o que era um "prazer matemático". Quando recuperei o fôlego depois do inusitado questionamento (logo pra mim que sou péssima em números!), refleti sobre a pergunta e comecei a imaginar que o meu desconhecido prazer matemático deveria ser uma sensação muito agradável de se conseguir resolver um determinado problema (cálculo ou raciocínio matemático). Bem, matemática a parte, sendo esta  a minha grandissíssima fraqueza, nunca pude gozar de um mísero prazer desses. Já o busquei freneticamente nas aulas de Equação do Segundo Grau, com a famigerada trigonometria e o cálculo do "delta". Fracasso total.

Mas, se retirar matemática dessa questão, encontramos um ponto comum a todos os mortais: O PRAZER. Ou melhor, OS PRAZERES.

Alguns o reputam por algo passageiro, volátil. Que não duram mais que tres segundos (ops! não é o que você está pensando..! Tá bom! Também é o que você está pensando). Eu discordo um pouco disso. Alguns prazeres são bem curtos em manifestação, mas duradouros em efeito. Alguns são incomparáveis. Outros só duram enquanto se manifestam.

Cada pessoa busca, sente, recebe e dá prazer diferente da outra. O que me dá prazer pode não significar nada para a maioria das pessoas. Assim como prazeres significativos pra um são ignirados por mim.

Alguns até podem classificar os prazeres por modalidades como, prazeres psíquicos, biológicos, matemáticos, místicos... etc... mas todas essas classem redumdam no mesmo significado: O PRAZER É ALGO QUE NOS FAZ BEM. SEJA POR UM SEGUNDO OU PELA VIDA INTEIRA.
Podem ser dos mais prosaicos aos mais complexos. Não importa. Eles nos trazem satisfação. Seja esta tangível ou intangível. Deléveis ou indeléveis.

No rol dos MEUS PRAZERES, algumas coisa são indeléveis, como por exemplo, aquele cheirinho de café da manhã quando acordamos. O frescor de um jardim. A brisa da praia. O por do Sol. O barulho da chuva durante a noite. A nota 10 em uma prova (sem colar). A aprovação no vestibular!. Assistir a apresentação de uma orquestra. Andar de mãos dadas com quem você gosta. Viajar. Voltar pra casa depois de uma longa viagem. Ver os filhos dormindo, falando, escrevendo... Assim como muitos outros exemplos, esses são aqueles prazeres complexos. Simples, básicos e duradouros. Muitos deles não custam nada, nem um centavos. Muitos deles não são percebidos também.

Ar, ainda tem aqueles prazeres voláteis, mas importantes sim, meu rol tá cheio deles, quer saber? Aquela escova maravilhosa nos cabelos. Os pares de sapatos, sandálias e a infinidade de bolsas. Sacolas e sacolas de compras maravilhosamente escolhidas e adquiridas (kkkk). Aquela manicure divina, com esmalte da moda e cutículas milimetricamentes removidas! perfeitas!. Aquele vestido lindo, sem nos apertar em nenhum lugar (maravilha), que dos faz sentir uma princesa ou uma top-model! Ah, que prazer, emsmo que passageiro. Com isso, não dá para esquecer das jóias: brincos maravilhosos, anéis ascandalamente lindos, pulseiras de rainha e maquiagem perfeita!!!!Uau, que prazer!!! kkkkkkkkkkkk

Alguma surpresa pela diferença das descrições de prazeres? rsss Simples assim. Simples como o prazer de beijar, de abraçar, de sorrir, de andar, de correr, de ir e vir, de ficar, de estar, de voltar ou de nunca ter saído.

Poderia escrever durante horas sobre os mais diversos prazeres, mas sim, mesmo com tantas diferenças, eu resumo todos OS MEUS PRAZERES, complexos, objetivos, duradouros ou voláteis em apenas UM,
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O MEU MAIOR PRAZER...
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O PRAZER DE VIVER!



Bom domingo!

Um comentário:

Angela Belo disse...

Ótimo post, esse prazer de viver se resume em se estar de bem com a vida,sempre, esse prazer deve ser buscado a todo o momento.